Rosa do Deserto (Adenium)

Rosa do Deserto
Rosa do Deserto (Adenium)

 

          A Rosa do Deserto, originária do Sul da África e da Península Arábica, é uma planta herbácea, de aspecto escultural e floração exuberante. Seu caule é engrossado na base, uma adaptação para guardar água e nutrientes em locais áridos. Alcança de 1 a 3 metros de altura se deixada crescer livremente.

          O florescimento ocorre o ano todo, mas principalmente na primavera. As flores podem ser simples, dobradas, triplas, quádruplas e quíntuplas. Apresentam colorações variadas, indo do branco ao vinho escuro, passando por diferentes tons como amarelo e roxo. Muitas variedades apresentam mesclas e degradês do centro em direção às pontas das pétalas.

         A Rosa do Deserto é uma planta que desperta paixão em todo o mundo, da mesma forma que orquídeas, bromélias, cactos, suculentas, carnívoras e bonsais. Há colecionadores dedicados a esta fantástica espécie, que produzem plantas com caules excepcionalmente esculturais e florações magníficas. Multiplica-se por sementes e estacas, porém o caule grosso só se origina de sementes.

 

 

CUIDADOS NECESSÁRIOS COM SUA ROSA DO DESERTO

 

Ambiente:

É uma espécie que desenvolve melhor em locais ensolarados e com temperatura mínima de 10° C. Trate-a semelhante aos cactos. A rosa do deserto, como o próprio nome sugere, se adapta muito bem às condições de baixa umidade.

 

Rega:

Água deve ser usada com moderação. O excesso de água mesmo no verão pode causar apodrecimento das raízes que matam gradativamente a planta.

Mantenha a areia ou a terra sempre úmida, porém sem encharcar, não é necessário regar todos os dias, somente quando a areia ou a terra em cima do vaso secar.

 

Adubação:

Uma adubação com um bom fertilizante orgânico é necessário a fim de alcançar um bom diâmetro de tronco e floração abundante. Os fertilizantes não devem ser aplicados diretamente nas raízes. Nunca aplique o fertilizante, quando o substrato estiver completamente seco. Sempre regue antes, isso evita a queimadura das raízes e a queda de folhas, vale ressaltar que a Rosa do Deserto não é uma planta tolerante ao excesso de nitrogênio, portando evitar adubos com alta concentração deste nutriente.

 

Replantio:

Quando for reenvasar a sua rosa do deserto o vaso novo nunca pode ser muito maior do que o que ela está plantada. O aumento ideal é de 50 %, mas sempre com a característica da forma de bacia bem rasa. No vaso profundo a rosa do deserto fica alta e não cria sua maior característica, que é o tronco bem largo e em forma de barril. O vaso no formato de bacia faz que as raízes se espalhem radialmente, criando um belo nebari (base), com raízes bem grossas e bem formadas.

Coloque uma mistura de substrato, areia e terra bem homogênea, e em seguida realize a transferência de sua planta. A troca do vaso deve ser durante á primavera ou no verão.

 

Cultivo:

A Rosa do deserto pode ser cultivada por sementes ou estacas. Os troncos grossos com a característica parecida com os grandes Baobás, só podem ser obtidos através do cultivo de sementes. Um dos segredos para deixar a base do caule interessante é levantar um pouco a planta, deixando a parte superior das raízes exposta a cada replantio, que deve ser realizado de acordo com o desenvolvimento da planta ou a cada 6 meses. A planta enraizará normalmente. Podas de formação devem ser criteriosas para não formar deformidades não naturais e cicatrizes feias na planta.  

 

Floração:

O florescimento geralmente ocorre na primavera, sendo que há possibilidade de sucessivas florações no verão e outono. As flores são tubulares, simples, com cinco pétalas e lembram outras da mesma família como Alamanda, Jasmim-manga e Espirradeira. As cores são variadas, indo do branco ao vinho escuro, passando por diferentes tons de rosa e vermelho. Muitas variedades apresentam mesclas e degradês do centro em direção às pontas das pétalas. Há ainda variedades de flores dobradas, triplas, quádruplas e quíntuplas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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